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Soninha Francine propõe força-tarefa contra crime organizado e debate sobre.

Candidata ao Senado por São Paulo fala sobre combate ao crime e mudanças no Supremo

Daniele Morais
10 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
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Soninha Francine propõe força-tarefa contra crime organizado e debate sobre.
Imagem: "File:British Columbia Parliament Buildings - Pano - HDR.jpg" by Ryan Bushby (HighInBC) is licensed under CC BY 2.5. To view a copy of this license, visit https://creativecommons.o

Soninha Francine, candidata ao Senado por São Paulo pelo Cidadania, ganhou destaque ao apresentar propostas de combate ao crime organizado e ao questionar a conduta de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Proposta de força-tarefa contra o crime organizado

Em entrevista ao R7, a candidata defende a criação de grupos de trabalho com dedicação exclusiva, blindados contra interferências corruptas, para investigar a presença do crime organizado em setores da economia legal. Ela aponta que a lavagem de dinheiro ocorre, por exemplo, na venda de combustível adulterado, e que o combate deve combinar inteligência, repressão e investimento em urbanização, cultura, esporte e lazer.

Investimento em políticas de prevenção

Soninha enfatiza que a prevenção deve começar na infância, oferecendo arte, cultura, esporte e lazer para que crianças e adolescentes tenham modelos de sucesso diferentes do crime. Ela relaciona áreas com ocupação desordenada e falta de acesso a facilitação do controle territorial pelo tráfico.

Debate sobre código de ética e mandato dos ministros do STF

Nas entrevistas ao R7 e à Gazeta do Povo, a candidata critica a atuação do STF, afirmando que o tribunal ultrapassou suas prerrogativas e que há necessidade de um código de ética para avaliar a conduta dos ministros. Ela sugere mandatos de oito anos para os magistrados e questiona a transparência das viagens internacionais realizadas pelos ministros.

Posicionamento sobre processos de impeachment

Soninha argumenta que o Congresso dispõe de elementos suficientes para abrir processos de impeachment contra ministros cujas condutas sejam questionáveis, citando nomes como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

Outras propostas de agenda política

Além das questões de segurança e do STF, a candidata defende o fim da escala 6x1, a autonomia dos estados na gestão de repasses da União e a revisão das regras de suplência no Senado, apontando casos recentes de senadores suplentes que assumiram mandatos sem votação direta.

Com informações de R7, Gazeta do Povo.

Fonte: R7, Gazeta do Povo

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