Soninha Francine propõe força-tarefa contra crime organizado e debate sobre.
Candidata ao Senado por São Paulo fala sobre combate ao crime e mudanças no Supremo

Soninha Francine, candidata ao Senado por São Paulo pelo Cidadania, ganhou destaque ao apresentar propostas de combate ao crime organizado e ao questionar a conduta de ministros do Supremo Tribunal Federal.
Proposta de força-tarefa contra o crime organizado
Em entrevista ao R7, a candidata defende a criação de grupos de trabalho com dedicação exclusiva, blindados contra interferências corruptas, para investigar a presença do crime organizado em setores da economia legal. Ela aponta que a lavagem de dinheiro ocorre, por exemplo, na venda de combustível adulterado, e que o combate deve combinar inteligência, repressão e investimento em urbanização, cultura, esporte e lazer.
Investimento em políticas de prevenção
Soninha enfatiza que a prevenção deve começar na infância, oferecendo arte, cultura, esporte e lazer para que crianças e adolescentes tenham modelos de sucesso diferentes do crime. Ela relaciona áreas com ocupação desordenada e falta de acesso a facilitação do controle territorial pelo tráfico.
Debate sobre código de ética e mandato dos ministros do STF
Nas entrevistas ao R7 e à Gazeta do Povo, a candidata critica a atuação do STF, afirmando que o tribunal ultrapassou suas prerrogativas e que há necessidade de um código de ética para avaliar a conduta dos ministros. Ela sugere mandatos de oito anos para os magistrados e questiona a transparência das viagens internacionais realizadas pelos ministros.
Posicionamento sobre processos de impeachment
Soninha argumenta que o Congresso dispõe de elementos suficientes para abrir processos de impeachment contra ministros cujas condutas sejam questionáveis, citando nomes como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
Outras propostas de agenda política
Além das questões de segurança e do STF, a candidata defende o fim da escala 6x1, a autonomia dos estados na gestão de repasses da União e a revisão das regras de suplência no Senado, apontando casos recentes de senadores suplentes que assumiram mandatos sem votação direta.
Com informações de R7, Gazeta do Povo.
Fonte: R7, Gazeta do Povo