Operação nos EUA resgata 163 crianças desaparecidas
A ação, chamada Operation Statewide Shield, identificou casos de abuso e exploração em vários estados e países
Autoridades dos Estados Unidos divulgaram no final de agosto o resgate de 163 crianças desaparecidas durante a Operation Statewide Shield, uma operação de cinco dias que visou identificar e interromper casos de abuso, exploração e tráfico de menores.
Como a operação foi conduzida
A ação foi liderada pelo Departamento de Aplicação da Lei da Flórida (FDLE) e utilizou informações de inteligência em tempo real combinadas com equipes de campo para localizar as vítimas e encaminhá-las imediatamente a serviços de proteção.
Distribuição dos resgates nos Estados Unidos
Na Flórida, 46 crianças foram encontradas em Tampa Bay, 41 em Miami, 32 em Jacksonville, 21 em Orlando, 12 em Fort Myers, oito em Pensacola e três em Tallahassee. As buscas também alcançaram Alabama, Califórnia, Ohio, Nova York, Carolina do Norte, Tennessee e Porto Rico.
Vítimas encontradas fora dos EUA
Além dos menores localizados nos Estados Unidos, a operação identificou crianças em 12 países, entre eles Brasil, Canadá, Colômbia, República Dominicana, Finlândia, Gana, Guatemala, Itália, Jamaica, México, Espanha e Taiwan.
Situação das crianças após o resgate
Os menores foram colocados em segurança e passaram a receber os cuidados necessários por meio de serviços de proteção e atendimento especializado.
Prisões relacionadas ao caso
Durante a operação, foram efetuadas prisões de três suspeitos: um procurado por crimes de natureza sexual contra menores e interferência na guarda de uma criança; outro acusado de ato sexual ilegal envolvendo vítima entre 12 e 16 anos; e um terceiro detido por interferência em caso de custódia e resistência à polícia.
Importância da iniciativa
O governo da Flórida descreveu a Operation Statewide Shield como a primeira iniciativa estadual desse tipo e a maior operação de recuperação de crianças desaparecidas já realizada no estado.
Com informações de G1, Gazeta do Povo.
Fonte: G1, Gazeta do Povo