Jornalismo explicativo com profundidade e rigorPTENES
Explosão SolarProfundidade antes da pressaBuscar

Corinthians negocia dívida com a Caixa e suspende pagamento da arena

Entenda como o clube está tentando aliviar o caixa ao repensar o naming rights da Neo Química Arena

Daniele Morais
1 de outubro de 2026 · 2 min de leitura
CompartilharWhatsAppXFacebook
Corinthians negocia dívida com a Caixa e suspende pagamento da arena
Imagem: "2025 NRL Grand Final Accor Stadium Crowd" by DLow23Wiki is licensed under CC BY-SA 4.0. To view a copy of this license, visit https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/.

O Corinthians chegou a um acordo com a Caixa Econômica Federal para suspender temporariamente o pagamento da terceira parcela do refinanciamento da Neo Química Arena, enquanto discute a cessão dos direitos de nome do estádio. A medida surgiu como resposta à dívida acumulada com a Caixa e à necessidade de liberar recursos presos na conta reserva.

Suspensão da parcela da arena

O clube tinha a obrigação de desembolsar cerca de R$ 27 milhões em setembro, referente à terceira parcela anual do estádio. A Caixa aceitou suspender esse pagamento, o que foi visto como um "bom sinal" pelos dirigentes do Timão.

Negociação dos naming rights

Paralelamente, o Corinthians negocia com a Caixa a cessão dos naming rights da Neo Química Arena por um período de 10 anos. A proposta inclui a possibilidade de batizar o estádio com o nome de algum produto da instituição, como forma de quitar parte da dívida que chega a aproximadamente R$ 660 milhões.

Liberação da conta reserva

O clube espera que a suspensão libere R$ 27 milhões que estão presos na chamada conta reserva, verba que funciona como garantia dos pagamentos da arena. A liberação desse montante poderia ser usada para quitar direitos de imagem dos jogadores e outras despesas imediatas.

Relação com a PGFN

Além das tratativas com a Caixa, o Corinthians está em atraso com parcelas do acordo de transação tributária firmado com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que reduziu a dívida de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões. O clube deixou de pagar prestações a partir de junho, acumulando mais de R$ 27 milhões em débitos.

Impacto financeiro imediato

Com a dívida total ainda elevada, o clube busca evitar a rescisão do acordo com a PGFN, que poderia restabelecer o valor original da dívida e impedir novos acordos por dois anos. A negociação com a Caixa, ao liberar recursos e possivelmente substituir a dívida da arena por naming rights, visa aliviar o caixa e garantir a continuidade das operações esportivas.

Com informações de ge, CNN Brasil, UOL.

Fonte: ge, CNN Brasil, UOL

#Corinthians#Caixa Econômica#Neo Química Arena#dívida#naming rights
Também emEnglishEspañol
CompartilharWhatsAppXFacebook