White house anuncia remoção de mais de 760 mil inscritos no Obamacare
Vice‑presidente JD Vance e o administrador Mehmet Oz explicam a ação contra fraudes no ACA

O anúncio da remoção de mais de 760 mil inscritos no Obamacare foi feito em coletiva de imprensa do governo dos Estados Unidos, onde o vice-presidente JD Vance e o administrador do CMS, Mehmet Oz, apontaram fraudes generalizadas no programa.
Motivo da remoção de inscritos
Segundo Vance, a medida visa economizar US$ 2,2 bilhões em subsídios federais pagos indevidamente. Oz acrescentou que alguns dos inscritos seriam “phantom enrollees”, pessoas que não existem, e que outros podem ter sido cadastrados sem conhecimento próprio.
Verificação adicional de 419 mil candidatos
Além da exclusão, 419 mil pessoas passarão por nova checagem para confirmar renda, residência legal e presença de número de Seguro Social, exigência que será obrigatória para todos os futuros requerentes.
Suspensão de corretores e moratória
O governo também suspendeu corretores e agentes envolvidos em inscrições indevidas e decretou um período de seis meses sem novos corretores ou agentes, medida que se soma à suspensão de centenas de profissionais feita pela administração Biden em 2024.
Contexto político da iniciativa
Republicanos apresentam a ação como combate à fraude em programas de saúde antes das eleições de meio de mandato em novembro, enquanto críticos afirmam que a medida pode deixar muitas pessoas sem cobertura. Brad Woodhouse, presidente da Protect Our Care, descreveu o task force como “a political stunt designed to throw even more people off their coverage while pretending to save taxpayers’ money.”
Impacto nos números de cobertura
Dados recentes do Departamento de Saúde e Serviços Humanos indicam que 19,2 milhões de pessoas estavam inscritas no ACA em fevereiro, queda em relação aos 21,8 milhões do mesmo período do ano anterior. O aumento das taxas de planos de saúde para Obamacare, cobertura empregadora e Medicare em 2026 também foi destacado como preocupação para a população.
Com informações de CNN.
Fonte: CNN