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Impacto de terremoto na educação é avaliado em 21 de agosto de 2026

Governo prepara estratégias para manter as aulas após destruição de escolas

Daniele Morais
22 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
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Em 21 de agosto de 2026, autoridades informam sobre a situação de cerca de 400.000 crianças e jovens que tiveram a rotina escolar interrompida após o terremoto de magnitude 7,4. O governo prepara um plano de choque para garantir a continuidade educativa enquanto a infraestrutura escolar passa por avaliações de danos.

Situação das sedes escolares e balanço de danos

O terremoto deixou estragos generalizados na infraestrutura, com cerca de 3.500 instituições educativas afetadas, das quais 811 teriam colapsado. O Ministério da Educação pediu às secretarias que ubique as instituições em nível crítico, moderado ou baixo alerta. Para a recuperação dos colégios, a pasta revisa recursos disponíveis no Fundo de Infraestrutura Educativa e outras partidas, contando com cerca de 500.000 milhões disponíveis para essa finalidade, embora ainda seja cedo para definir o investimento total necessário.

Estratégias para a continuidade das aulas

Para evitar que os estudantes acumulem retrasos acadêmicos, o Ministério da Educação habilitou duas principais estratégias. A primeira é a escola em casa, com atividades pedagógicas nos lares e encontros virtuais. A segunda é a escola itinerante, que transfere temporariamente as aulas para espaços seguros como salões comunais e instalações de outras entidades. A ministra Viviane Morales explicou que a resposta busca evitar o modelo integral da pandemia, permitindo que pais e cuidadores continuem com suas jornadas laborais por meio de encontros semanais com mestres e tutores.

Atendimento nas zonas rurais e dispersas

Nas zonas rurais e dispersas, onde as dificuldades de acesso limitam as alternativas virtuais, o governo contempla recorrer a conexão satelital, tabletas e conteúdos educativos disponíveis no portal Colômbia Aprende. Além disso, o Executivo planeja redirecionar parte do pessoal de acompanhamento para os territórios afetados, mobilizando 6.000 tutores do Ministério da Educação para as zonas de emergência.

Desafios na educação superior e alimentação

Cerca de 50 instituições de educação superior foram afetadas pelo terremoto, incluindo a Universidade Tecnológica do Chocó e sedes da Universidade Nacional em Palmira e Manizales, para as quais se destinariam 4.000 milhões do Fundo de Emergências da Unal. Em relação à alimentação escolar, as secretarias deverão ativar mecanismos como a entrega de canastas do PAE nos lares ou bonos alimentarios, enquanto o governo busca identificar estudantes em risco de abandonar os estudos.

Com informações de El Colombiano.

Fonte: El Colombiano

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