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Flávio Bolsonaro nega pacto com Tarcísio e fala sobre filme

Candidato à Presidência comentou investigações e propostas em São Paulo.

Daniele Morais
25 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
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Flávio Bolsonaro nega pacto com Tarcísio e fala sobre filme
Imagem: "The British Parliament and Big Ben" by ** Maurice ** is licensed under CC BY 2.0. To view a copy of this license, visit https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro negou ter negociado um acordo com o governador Tarcísio de Freitas para o fim da reeleição presidencial em troca de maior engajamento na campanha. O posicionamento foi dado nesta segunda-feira durante agenda na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

A negativa sobre o pacto de reeleição

Durante o evento com empresários na capital paulista, o candidato afirmou que não precisou de nenhum pacto para caminhar junto com Tarcísio. Segundo ele, os dois sempre caminharam juntos e devem continuar assim.

A discussão sobre o tema surgiu após informações indicarem que a campanha teria proposto o fim da reeleição com validade para um eventual mandato presidencial. Flávio Bolsonaro declarou que a proposta de acabar com a reeleição para presidente sempre foi uma bandeira própria e que a articulação específica não aconteceu por parte dele.

Investigação sobre o filme Dark Horse

Na mesma data, a Polícia Federal obteve acesso a dados da Polícia Civil paulista que investigam se emendas parlamentares financiaram o filme Dark Horse, que aborda a trajetória de Jair Bolsonaro. O material será analisado em inquérito no Supremo Tribunal Federal autorizado pelo ministro Flávio Dino.

Questionado sobre as contas da produção, o candidato afirmou que a produtora gastou mais do que recebeu e que a prestação de contas ocorreu no âmbito da investigação em São Paulo. Ele também direcionou cobranças ao governo atual e citou investigações envolvendo familiares do presidente.

Defesa de carga horária e relação com a Fiesp

Durante sua fala na entidade, o senador defendeu a liberdade de o trabalhador escolher sua própria carga horária como alternativa à extinção da escala de trabalho 6x1. A proposta prevê a negociação direta entre empregado e empresa.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, evitou declarar apoio direto ao candidato, mas destacou que as posições econômicas liberais defendidas pelo senador contam com a simpatia da instituição.

Com informações de G1.

Fonte: G1

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