Brasil defende hegemonia no Sul-Americano de vôlei
O torneio decide a vaga olímpica de Los Angeles 2028

O Brasil retorna ao Sul-Americano de vôlei feminino como favorito, agora com a pressão adicional de conquistar a vaga olímpica para Los Angeles 2028. O torneio, que ocorre no Maracanãzinho, reúne seis seleções e será disputado em turno único, com o campeão recebendo a classificação direta aos Jogos Olímpicos.
Brasil e a expectativa de hegemonia
Com 15 títulos do Sul-Americano desde 1995, a seleção verde-amarelo já é considerada dominante na região. A última competição oficial foi a Liga das Nações Feminina, onde o Brasil saiu com a medalha de prata. A expectativa é de que o time, comandado por José Roberto Guimarães, reforce sua superioridade técnica e mantenha a tradição de vitórias.
Os principais rivais: Argentina e Colômbia
Segundo comentaristas como Fabi Alvim e Marco Freitas, a Argentina e a Colômbia são os adversários mais fortes. A Argentina conta com jogadores de nível mundial, como Bianca Cugno, e o técnico Facundo Morando treina o Fluminense na próxima edição da Superliga Feminina. A Colômbia, por sua vez, tem técnicos brasileiros, como Guilherme Schmitz, que conhecem bem o estilo de jogo do Brasil.
Estratégia de jogo e preparação
Para garantir a vitória, o técnico enfatiza a necessidade de terminar os jogos com contundência e evitar dar chance ao azar. O foco será manter a dominância em cada partida, especialmente em confrontos considerados mais fáceis. A preparação inclui testes de forma e avaliação de desempenho para a seleção que participará do Campeonato Mundial em 2027 e das Olimpíadas.
Elenco e mudanças na convocação
A lista de 14 jogadoras para o Pré-Olímpico inclui o retorno de Gabi Guimarães, que estava afastada por lesão lombar, e a presença de novas peças como a oposta Sabrina e a levantadora Vivian. O técnico também convocou Tainara e Nyeme, que retornam após desfalcar o Brasil na VNL. Já Kisy, Larissa Besen e Macris ficaram fora da seleção, seguindo a decisão de José Roberto Guimarães.
Calendário e importância do torneio
A competição começa na terça-feira, 8 de setembro, com o duelo contra a Venezuela. As partidas seguem em sequência: Peru (9 de setembro), Colômbia (10 de setembro), Chile (12 de setembro) e Argentina (13 de setembro). O título e a vaga olímpica são concedidos ao time que obtiver o maior número de pontos nas cinco rodadas, com critérios de desempate baseados em sets, pontos e confronto direto.
O que está em jogo para o Brasil
O Brasil precisa evitar o desgaste que pode levar a uma repescagem olímpica, algo que já aconteceu em competições anteriores. A vitória no Sul-Americano garantirá a classificação antecipada e evitará que o time enfrente a pressão de um torneio de repescagem. O objetivo é reafirmar a hegemonia continental e garantir a presença da seleção brasileira nos Jogos de Los Angeles.
Com informações de GE, LANCE!, Correio Braziliense.
Fonte: GE, LANCE!, Correio Braziliense