Plano de choque busca manter continuidade escolar após terremoto
Ministério da Educação prepara estratégias virtuais e presenciais em espaços comunitários para evitar atrasos acadêmicos.
Em 21 de agosto de 2026, o governo prepara um plano de choque para manter a continuidade educativa nas zonas afetadas por um terremoto de magnitude 7,4 ocorrido em 10 de agosto. A estratégia contempla modalidades de educação virtual, uso de espaços comunitários e reforço do acompanhamento docente.
Estratégia para evitar atrasos acadêmicos
A ministra de Educação, Viviane Morales, explicou que a primeira resposta está focada em evitar que os estudantes acumulem retrasos acadêmicos. Para isso, o Ministério estuda mecanismos de flexibilização para manter as atividades educativas enquanto se recuperam os estabelecimentos afetados.
Diferenças em relação à pandemia
Uma das diferenças frente às medidas adotadas durante a pandemia será a possibilidade de trasladar temporariamente as atividades para outros espaços. Morales destacou que não seria viável reproduzir por completo o modelo anterior porque os cuidadores precisam continuar com suas jornadas de trabalho.
Uso de conectividade e espaços comunitários
O plano prevê o uso de locais como igrejas e caixas de compensação para encontros semanais com mestres, tutores e estudantes. O atendimento terá atenção particular em zonas rurais com recursos como conexão satelital, tabletes e conteúdos do portal Colômbia Aprende.
Recuperação da infraestrutura escolar
O balance inicial identificou 3.100 instituições educativas afetadas, sendo que 811 colapsaram e serão prioridade na reconstrução. O Ministério revisa recursos disponíveis no Fundo de Infraestrutura Educativa e outras partidas para destinar às zonas afetadas.
Balanço da emergência em 21 de agosto de 2026
O relatório da Unidade Nacional para a Gestão do Risco de Desastres aponta que o terremoto deixa 321 pessoas fallecidas, 257 desaparecidas e 4.595 feridas. A emergência atinge 146.188 famílias e o epicentro foi localizado em San José del Palmar, Chocó.
Com informações de El Colombiano.
Fonte: El Colombiano