Médicos afetados por terremoto fazem pedidos ao Governo em 20 de agosto de.
O Colegio Médico Colombiano solicitou medidas para trabalhadores da saúde afetados por terremoto e com contratos terceirizados.
Em 20 de agosto de 2026, o Colegio Médico Colombiano solicitou ao Governo nacional que adote medidas de proteção para os médicos e demais trabalhadores da saúde afetados pelo terremoto ocorrido em 10 de agosto. A petição foi direcionada à Presidência da República, ao Ministério de Saúde e Proteção Social e ao Ministério do Trabalho devido às dificuldades enfrentadas pelo pessoal sanitário nas zonas atingidas pelo sismo.
Situação dos profissionais de saúde nas zonas atingidas
Segundo o grêmio, o fechamento total ou parcial de algumas Instituições Prestadoras de Serviços de Saúde e Empresas Sociales del Estado impediu que vários trabalhadores continuassem prestando seus serviços. Essa situação também provocou uma interrupção nos rendimentos desses profissionais, especialmente daqueles vinculados mediante contratos de prestação de serviços ou mecanismos de terceirização.
Medidas de proteção e estabilidade laboral
Entre as propostas apresentadas está garantir a estabilidade laboral de quem possui esse tipo de contratação e criar subsídios ou benefícios econômicos mensais enquanto durarem as afetações da emergência. O grêmio também pediu para estabelecer alívios nos aportes ao sistema de segurança social integral, evitando que os afetados percam a cobertura durante o período de recuperação.
Departamentos afetados e alcance das normas
A organização lembrou que a declaração relacionada com a emergência abrangeu departamentos como Antioquia, Caldas, Cauca, Chocó, Quindío, Cundinamarca, Risaralda, Huila, Valle del Cauca, Tolima, Putumayo e Norte de Santander. Contudo, a entidade avalia que as medidas adotadas até o momento não cobriram de maneira suficiente os trabalhadores sem vínculo laboral direto.
Circulares oficiais e novos decretos
A instituição fez referência à Circular 096, de 13 de agosto de 2026, expedida pelo Ministério do Trabalho sobre orientações laborais e de proteção social. No entanto, o grêmio apontou que uma parte importante do pessoal está vinculada a instituições privadas e públicas por meio de contratos de prestação de serviços ou esquemas de terceirização. Por isso, a organização pediu a expedição de decretos ou circulares com mecanismos específicos para que médicos, enfermeiros e demais profissionais possam manter seus rendimentos e sua segurança social.
Com informações de El Colombiano.
Fonte: El Colombiano