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Médicos afetados por terremoto fazem pedidos ao governo

Entidade pede proteção trabalhista e auxílio financeiro para profissionais atingidos pelo sismo

Daniele Morais
21 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
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Em 20 de agosto de 2026, o Colegio Médico Colombiano solicitou ao governo nacional a adoção de medidas de proteção para os médicos e demais trabalhadores da saúde afetados pelo terremoto do dia 10 de agosto. O pedido foi direcionado à Presidência da República, ao Ministério da Saúde e Proteção Social e ao Ministério do Trabalho devido às dificuldades enfrentadas pelo pessoal sanitário nas zonas atingidas pelo sismo.

Situação dos profissionais de saúde nas zonas atingidas

Segundo o grêmio, o fechamento total ou parcial de algumas Instituições Prestadoras de Serviços de Saúde e Empresas Sociales del Estado impediu que numerosos trabalhadores continuassem prestando seus serviços. Essa situação também provocou uma interrupção nos rendimentos desses profissionais, especialmente daqueles vinculados por meio de contratos de prestação de serviços ou mecanismos de terceirização.

Pedidos direcionados ao governo nacional

Entre as medidas propostas está garantir a estabilidade laboral de quem possui esse tipo de contratação e criar subsídios ou benefícios econômicos mensais enquanto durarem as afetações da emergência. O grêmio também pediu o estabelecimento de alívios nos aportes ao sistema de segurança social integral para evitar que os trabalhadores percam a cobertura durante o período de recuperação das instituições.

Abrangência da emergência e departamentos incluídos

A organização lembrou que a declaração relacionada com a emergência abrangeu departamentos como Antioquia, Caldas, Cauca, Chocó, Quindío, Cundinamarca, Risaralda, Huila, Valle del Cauca, Tolima, Putumayo e Norte de Santander. No entanto, a entidade considera que as ações adotadas até o momento não contemplaram de maneira suficiente os profissionais sem vínculo direto com os locais onde atuam.

Observações sobre a circular ministerial

A instituição fez referência à Circular 096, emitida em 13 de agosto de 2026 pelo Ministério do Trabalho, que estabelece orientações de proteção social e segurança. Apesar disso, o grêmio apontou que uma parcela significativa do pessoal sanitário está ligada a instituições privadas e públicas por meio de contratos de prestação de serviços ou esquemas de terceirização.

Necessidade de novos decretos específicos

A suspensão de atividades deixou esses trabalhadores sem a possibilidade de exercer suas funções de forma normal e, consequentemente, sem os ganhos financeiros que dependem delas. Por essa razão, a organização pediu a expedição de decretos ou circulares com mecanismos específicos para assegurar que médicos, enfermeiros e outros profissionais mantenham seus rendimentos e sua segurança social durante a retomada progressiva das operações.

Com informações de El Colombiano.

Fonte: El Colombiano

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