McLaren estreia asa giratória na Monza e testa performance em retas longas
A nova H‑Wing e ajustes aerodinâmicos são foco da equipe na corrida de Itália

A McLaren chegou ao Grande Prêmio da Itália com a expectativa de provar se as melhorias implementadas nas últimas corridas são suficientes para enfrentar o desafio de Monza, um circuito que exige alta velocidade e forte carga aerodinâmica.
H-Wing: a asa giratória que promete reduzir arrasto
O dispositivo, chamado de H-Wing, é uma asa traseira rotativa de baixa carga aerodinâmica. A equipe já havia testado o conceito na Áustria, mas optou por não avançar naquele momento. A primeira aplicação ocorreu nos treinos do GP da Hungria, em julho, e agora será avaliada em Monza.
Alterações aerodinâmicas específicas para Monza
Além da H-Wing, a McLaren introduziu pequenos ajustes no desenho do carro. A principal mudança foi a pintura diferenciada na asa traseira, que pode influenciar o fluxo de ar. O objetivo é maximizar a eficiência aerodinâmica nas longas retas e nas zonas de frenagem intensas do circuito.
Desafios de arrasto e frenagem nas longas retas
Andrea Stella, chefe da equipe, destacou que o MCL40 ainda não oferece desempenho ideal em arrasto. Ele ressaltou a necessidade de melhorar a performance nas longas retas, onde o carro deve manter velocidades máximas. A equipe também observa que as fortes frenagens de Monza podem representar uma dificuldade adicional.
Expectativas para o restante da temporada
Um bom resultado em Monza poderia mudar a perspectiva da McLaren para as próximas corridas. Stella afirmou que, se as melhorias forem confirmadas, a equipe poderá olhar com otimismo para o restante da temporada. Ele também reconheceu que, até agora, a McLaren tem lutado por vitórias em circuitos de alta carga aerodinâmica.
Comparação com outras equipes
A McLaren não está sozinha em buscar ajustes aerodinâmicos para Monza. A Red Bull, por exemplo, introduziu uma nova geometria de assoalho e uma aleta na asa dianteira para melhorar a carga aerodinâmica. A Aston Martin revisou a suspensão dianteira e o assoalho para aumentar a carga aerodinâmica do AMR26. Essas mudanças refletem a busca geral por desempenho em Monza.
Conclusão: Monza como teste decisivo
O GP da Itália representa um teste decisivo para a McLaren. Se a nova H-Wing e os ajustes aerodinâmicos conseguirem melhorar o desempenho em retas longas e frenagens fortes, a equipe pode se posicionar como uma concorrente mais forte nas etapas subsequentes da temporada.
Com informações de MotorSport.com.br, Terra, ge.
Fonte: MotorSport.com.br, Terra, ge
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