ASA proíbe anúncio da Jaded London por glamourizar cigarro
A marca de moda foi advertida por usar imagem que atrai jovens ao fumo.

A Advertising Standards Authority (ASA) decidiu que um e-mail da marca de moda Jaded London violava as regras de marketing responsável ao apresentar o ato de fumar de forma atrativa. A decisão foi tomada após denúncia de um consumidor e afetou a campanha enviada em 27 de maio.
A decisão da ASA sobre o anúncio da Jaded London
A ASA classificou o anúncio como "heavily stylised and presented the model in a fashionable and attractive manner", afirmando que a imagem tornava o cigarro parecendo desejável. O órgão determinou a retirada do material e orientou a empresa a adotar práticas socialmente responsáveis em futuras comunicações.
Motivo da proibição: glamourização do cigarro
Segundo a ASA, a modelo aparecia em "fashionable clothing and accessories standing in front of a scooter next to a body of water, which the ASA considered evoked an aspirational holiday lifestyle". Ao segurar um cigarro fino com a brasa visível, a cena sugeria que o cigarro estava aceso, o que, segundo a autoridade, "suggested it was lit".
Posição da marca frente à acusação
A Jaded London argumentou que o cigarro não era o foco da peça e que não estava claro que o objeto estivesse aceso, alegando que "not clear" o modelo segurava um cigarro porque era mais fino que o normal. A empresa também destacou que o elemento era menos proeminente que as roupas e acessórios.
Compromisso futuro da Jaded London
Mesmo reconhecendo a argumentação da ASA, a marca aceitou a recomendação e afirmou que "understood why it was best to avoid images of models holding cigarettes". A Jaded London garantiu que não usará mais conteúdo relacionado ao fumo em suas campanhas.
Reação da ASA a outras publicações da marca
Ao ser questionada sobre outras imagens em que pessoas fumam vestindo roupas da Jaded London, a ASA informou que não poderia comentar sem que as postagens passassem por seu processo formal de avaliação, reforçando a importância de denúncias dos consumidores.
Com informações de BBC News.
Fonte: BBC News