São Paulo registra 41 casos de sarampo em 2026
A maioria dos casos ocorre em crianças menores de dois anos
O Estado de São Paulo chegou a 41 casos confirmados de sarampo neste ano, com a maioria das infecções ocorrendo em crianças menores de dois anos. O aumento dos registros ocorreu após a Copa do Mundo, que trouxe preocupação dos especialistas.
Aumento de casos após a Copa do Mundo
Especialistas alertaram, antes do evento esportivo, para o risco de aumento de infecções em razão da epidemia corrente nos países-sede, sobretudo México e Estados Unidos. Os casos recentes dispararam após a competição.
Distribuição dos registros em São Paulo
Na capital paulista foram confirmados 37 casos. Os demais registros são de São Bernardo do Campo (2), Guarulhos (1) e Santo André (1).
Perfil das vítimas e cobertura vacinal
Cerca de 61% de todos os casos ocorreram em crianças menores de dois anos, faixa mais vulnerável à doença. A cobertura vacinal da primeira dose avançou de 86% em abril para 93% em julho; a segunda dose subiu de 72% para 78% no mesmo período.
Sintomas e forma de transmissão
O sarampo é uma doença viral contagiosa, transmitida pelo ar, especialmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas. Os principais sintomas incluem febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele, que surgem entre 7 e 14 dias após a exposição. A transmissão acontece de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar.
Monitoramento e perspectiva de controle
O monitoramento realizado pelas equipes municipal e estadual aponta tendência de redução da transmissão. Em Guarulhos e São Bernardo do Campo, a vigilância considera a possibilidade de encerrar a cadeia de transmissão, que ocorre quando não houver casos relacionados por 90 dias a partir do início das manchas na pele do último caso confirmado.
Com informações de Folha de S.Paulo.
Fonte: Folha de S.Paulo
Entenda o tema
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