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Presidente da Colômbia anuncia números do terremoto de 7,4

Em 10 de agosto de 2026 o sismo deixa mais de 130 mortos e dezenas de feridos

Daniele Morais
11 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
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Presidente da Colômbia anuncia números do terremoto de 7,4
Imagem: "Ipswich-QLD-Australia-City-Skyline-Aerial-Shot-CBD-and-surrounds" by Kpravin2 is licensed under CC BY-SA 4.0. To view a copy of this license, visit https://creativecommons.org/lic

Em 10 de agosto de 2026, o sismo de magnitude 7,4 que abalou a Colômbia deixou 132 pessoas mortas e 87 feridas, segundo o presidente Abelardo De La Espriella. O governo já divulgou um relatório preliminar com os principais danos e anunciou que a situação será atualizada a cada duas ou três horas.

Número de vítimas e feridos

O balanço preliminar apontou 132 falecidos e 87 feridos. O presidente enfatizou que a prioridade imediata é o resgate das pessoas ainda aprisionadas sob os escombros.

Danos a moradias e edifícios

Foram registradas 1.575 casas avariadas, das quais 37 foram totalmente destruídas, além de 61 edifícios colapsados. O setor educacional sofreu 52 escolas danificadas, enquanto 17 centros comunitários também foram afetados.

Impacto na infraestrutura de transportes

O governo informou que 18 vias ficaram avariadas e que seis aeroportos tiveram sua infraestrutura comprometida, permanecendo sem operação para voos comerciais.

Reação do presidente e deslocamento

De La Espriella declarou que partirá imediatamente para o departamento do Chocó, onde ocorreu o epicentro. “Me dispongo a salir hacia Quibdó, y el resto del Gobierno irá una parte hacia el Valle y otra hacia el Eje Cafetero”, afirmou.

Estado de desastre e medidas adotadas

O país foi declarado em estado de desastre nacional, permitindo ao presidente adotar medidas excepcionais e ajustar o orçamento para atender a emergência. “El Gobierno nacional mantiene desplegadas todas sus capacidades para proteger la vida y atender a las comunidades afectadas (…) Lo primero es el rescate de las personas que se encuentran bajo los escombros”, declarou o mandatário, que também ordenou que todos os relatórios oficiais passem pela sala de crise da UNGRD em Bogotá.

Com informações de El Tiempo.

Fonte: El Tiempo

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