Jornalismo explicativo com profundidade e rigorPTENES
Explosão SolarProfundidade antes da pressaBuscar

Morte de Gracindo Jr. mobiliza fãs e colegas no Rio

Ator e diretor que marcou a TV brasileira tem velório aberto ao público

Daniele Morais
3 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
CompartilharWhatsAppXFacebook
Morte de Gracindo Jr. mobiliza fãs e colegas no Rio
Imagem: "katya-0004_2048" by Ivan Malafeyev is licensed under CC BY 2.0. To view a copy of this license, visit https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/.

Gracindo Jr. morreu na noite de terça-feira, dia 1º, em casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais. A notícia gerou grande comoção e levou o público ao Crematório e Cemitério da Penitência, onde o velório foi realizado na quinta-feira, dia 3.

O momento da despedida

O funeral foi aberto ao público e contou com a presença de amigos, familiares e admiradores. Entre os que compareceram estavam os atores Othon Bastos, José Mayer, Leonardo Brício, Chandelly Braz, Herson Capri, Sérgio Fonta, Angela Vieira e Adriana Birolli. A cerimônia começou às 12h10 e a cremação foi iniciada pouco depois das 14h.

Início de uma carreira na TV Globo

Nascido Epaminondas Xavier Gracindo, em 21 de maio de 1943, o artista integrou o primeiro elenco da TV Globo, em 1965. Participou de novelas que marcaram a história da emissora, como Rosinha do Sobrado, Padre Tião, A Rainha Louca, A Próxima Atração e Os Ossos do Barão.

Parceria com o pai nas telinhas

Filho do também consagrado ator Paulo Gracindo, Gracindo Jr. contracenou ao lado do pai em O Bem-Amado (1973) e, três anos depois, em O Casarão (1976), interpretando as versões jovem e idosa de João Maciel, respectivamente.

Trabalho como diretor e produtor

Além da atuação, Gracindo Jr. desenvolveu uma extensa carreira atrás das câmeras. Dirigiu novelas como Memórias de Amor, Marron-Glacé (1979) e assumiu a direção de Os Trapalhões, em 1983. Também esteve à frente de programas como o Fantástico, produzindo e apresentando os primeiros videoclipes da emissora.

Passagens por outras emissoras e cinema

Após a década de 1970, o artista trabalhou na TV Manchete e, a partir de 2006, na Record, onde participou de novelas como Cidadão Brasileiro, Poder Paralelo e da minissérie Rei Davi. No cinema, atuou em filmes como Os Homens que Eu Tive (1973), Os Trapalhões na Serra Pelada (1982) e Segurança Nacional (2010).

Legado e família

Gracindo Jr. deixa cinco filhos, sete netos e a esposa Daisy Poli, com quem esteve casado mais de 50 anos. Ao longo de mais de 50 anos dedicados ao teatro, rádio, televisão e cinema, sua trajetória se consolidou como referência para várias gerações de artistas brasileiros.

Com informações de G1, Omelete, VEJA.

Fonte: G1, Omelete, VEJA

#Gracindo Jr.#TV brasileira#teatro#cinema#record#globo
Também emEnglishEspañol
CompartilharWhatsAppXFacebook