Igor Cosso estreia monólogo sobre HIV e revela planos de casamento
O ator fala sobre seu primeiro espetáculo solo e a vida a dois com Heron Leal

Igor Cosso estreou seu primeiro monólogo, CRUISE: minha última noite na Terra, no Teatro Glaucio Gill, no Rio de Janeiro. O espetáculo, de montagem britânica e texto de Jack Holden, aborda a vida de um jovem voluntário de apoio à comunidade LGBTQIAPN+ durante uma conversa telefônica com um homem que viveu a epidemia de HIV nos anos 1980. O ator destacou a responsabilidade de tratar o tema com cuidado e respeito, buscando acolher e respeitar o público LGBTQIAPN+.
Desafio do primeiro monólogo
Para Igor, o palco sozinho representa um teste de coragem. Ele afirmou que não há ninguém para apoiar ou elevar a energia, apenas ele e o público. O desafio, segundo ele, é manter a história viva a cada dia.
Ideia e responsabilidade
O ator, responsável também pela idealização da peça, descreveu a narrativa como um “ritmo eletrizante” que mexeu profundamente com ele, pois aborda vivências de homens gays que poucos escolhem falar. Ele ressaltou a importância de usar termos corretos e evitar estigmatização, desejando que as pessoas se sintam acolhidas, respeitadas e amadas.
Vida a dois com Heron Leal
Igor Cosso e seu marido, Heron Leal, se casaram em junho e passaram 22 dias de lua de mel na Grécia, Malta e Espanha. A rotina pós-casamento envolve compromissos artísticos intensos: Igor se dedica aos ensaios de CRUISE, enquanto Heron se prepara para retornar ao Dança dos Famosos como coreógrafo. O casal compartilha o processo criativo, com Igor atuando como quase assistente de coreógrafo nas coreografias de Heron e oferecendo apoio nos ensaios do monólogo.
Planos futuros
O casal planeja construir uma família no futuro. Igor comentou que, apesar de ainda não ser o momento concreto, ambos têm vontade de serem pais. Eles reconhecem a necessidade de preparação mental e financeira antes de iniciar essa etapa.
Impacto da pandemia de HIV/AIDS na narrativa
O monólogo destaca os impactos do preconceito e da crise de HIV/AIDS na comunidade LGBTQIAPN+ durante os anos 1980. Igor enfatizou que o teatro tem a responsabilidade de tratar o tema com sensibilidade, evitando estigmatização e promovendo acolhimento.
Conclusão
Igor Cosso abre um novo capítulo em sua carreira ao enfrentar o desafio de um monólogo solo sobre um tema histórico e sensível. Simultaneamente, ele celebra a nova fase de sua vida pessoal, apoiando o trabalho de Heron Leal e planejando um futuro juntos.
Com informações de Globo, O TEMPO.
Fonte: Globo, O TEMPO