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Flávio Bolsonaro apresenta banco da prosperidade e defende manutenção de.

Candidato promete transformar a Caixa em banco de apoio ao empreendedorismo e manter benefícios sociais

Daniele Morais
11 de outubro de 2026 · 2 min de leitura
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Flávio Bolsonaro apresenta banco da prosperidade e defende manutenção de.
Imagem: "Money" by 401(K) 2013 is licensed under CC BY-SA 2.0. To view a copy of this license, visit https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/.

Durante a campanha presidencial, Flávio Bolsonaro divulgou a proposta de transformar a Caixa Econômica Federal em um banco da prosperidade, destinado a financiar micro e pequenos empreendimentos, ao mesmo tempo em que reforçou a intenção de manter programas como o Bolsa Família.

Banco da prosperidade como ferramenta de apoio ao empreendedorismo

O candidato explicou que o banco da prosperidade seria um instrumento de financiamento para pequenos negócios, com foco especial no empreendedorismo feminino, oferecendo conhecimento técnico, apoio à formalização e condições de crédito mais favoráveis.

Manutenção do Bolsa Família e de outros benefícios sociais

Flávio negou que encerraria o Bolsa Família, afirmando que pretende manter e reajustar o programa. Ele também declarou que não há intenção de cortar o Pé-de-Meia, o Farmácia Popular, o Minha Casa Minha Vida, a merenda escolar ou o Gás do Povo.

Reajuste do salário mínimo e das aposentadorias

A campanha indica que o salário mínimo será corrigido apenas pela inflação, sem garantir aumentos reais acima da alta dos preços. Em relação às aposentadorias, o candidato prometeu mantê-las acima da inflação, sem desvincular a previdência do BPC.

Estratégia de combate a informações falsas

Para enfrentar alegações sobre possíveis cortes, a equipe lançou o site "Flávio com a Verdade" e uma seção de combate à fake news, reunindo respostas sobre benefícios, aposentadorias, salário mínimo e a proposta do banco da prosperidade.

Desafios fiscais apontados por especialistas

Especialistas em contas públicas apontam que a proposta de redução de despesas de cerca de R$ 200 bilhões no primeiro ano, equivalente a 1,5% do PIB, pode tornar difícil conciliar o ajuste fiscal com a manutenção e ampliação dos programas sociais anunciados.

Com informações de O GLOBO, Congresso em Foco, Poder360.

Fonte: O GLOBO, Congresso em Foco, Poder360

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Entenda o tema

Reportagens de fundo do Explosão Solar que explicam o assunto desta notícia.

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