Assinatura digital gov.br supera marca de 548 milhões de usos no país
Ferramenta gratuita substitui ida ao cartório e atinge meta com antecedência
A ferramenta de assinatura digital gratuita do portal gov.br já ultrapassou a marca de 548 milhões de usos em todo o país, batendo uma meta que era prevista apenas para o final de 2026. Somente nos primeiros seis meses do ano, foram registradas 143 milhões de novas assinaturas na plataforma.
Como funciona a assinatura digital
O serviço é direto e foi pensado para ser simples. Para utilizar, basta ter um documento em formato digital, como PDF, e acessar o portal de assinaturas do governo. O passo a passo é rápido:
- Acesse o site sso.acesso.gov.br pelo computador ou celular;
- Faça login com sua conta gov.br nível prata ou ouro;
- Envie o arquivo que deseja assinar;
- Escolha o local no documento onde a assinatura aparecerá;
- Valide a operação no aplicativo gov.br e conclua.
Após o procedimento, o documento assinado digitalmente fica disponível para download. Ele possui um código de verificação que garante sua autenticidade e validade legal para a maioria das finalidades, tanto no setor público quanto no privado.
Quanto é possível economizar
A principal vantagem para o bolso do cidadão é que a assinatura pelo gov.br é totalmente gratuita. Em contraste, o reconhecimento de firma em um cartório tem custos que variam conforme o estado, mas que geralmente ficam entre R$ 10 e R$ 30 por documento. Para quem precisa validar vários contratos ou declarações ao longo do ano, a economia pode ser significativa.
Validade e segurança dos documentos
Essa ferramenta digital permite que qualquer cidadão com uma conta gov.br de nível prata ou ouro valide documentos com a mesma segurança jurídica de um reconhecimento de firma presencial. O processo é totalmente online e elimina a necessidade de deslocamento e pagamento de taxas, conhecidas como emolumentos.
Onde usar a ferramenta digital
A ferramenta pode ser usada em contratos de aluguel, compra e venda de veículos, relatórios de trabalho e diversos outros documentos que antes exigiam uma visita ao tabelionato. Contudo, é importante verificar a exigência de cada situação. Atos que demandam fé pública, como a escritura para transferência de um imóvel, ainda precisam ser realizados presencialmente.
Com informações de Correio Braziliense, Jornal de Brasília, SpaceMoney.
Fonte: Correio Braziliense, Jornal de Brasília, SpaceMoney